terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O GLORIOSO

Estádio do Glorioso
O MEU BENFICA

 
Hoje apetece-me falar deste grande Clube que é o Benfica. Não o faço pelas melhores razões, já que esta época, todos os benfiquistas se viram prematuramente privados dos grandes jogos que este grande clube nos costuma proporcionar, ao nível das competições europeias. Nada que não fosse previsto, por maioria de razão, para quem conhece as limitações da equipa. De facto, com a saída dos melhores atletas do clube, saída que não foi convenientemente compensada, ao nível da qualidade, era previsível este afastamento prematuro das competições europeias. Porém, nem tudo se perdeu e para os conhecedores do historial do Benfica e já viveu avultados momentos de alegrias com os seus êxitos e as suas vitória, não será difícil superar este inesperado fracasso. Não é fácil conviver com derrotas, mas quando olhamos para trás, reparamos que os nossos adversários directos, estão a nos luz, dos pergaminhos do glorioso. É preciso notar que o Benfica não é só futebol e para quem fizer o favor de visitar este blogue, rapidamente constatará isso mesmo, porque no final deste post, vou ter o prazer de descriminar todos os títulos conquistados pelo Benfica, ao nível de todas as modalidades do clube, títulos esses que dão ao clube, um gigantesco relevo à sua grandiosidade.
Fazer parte desta instituição, é um estado de alma, é um orgulho para todos os que sentem o carisma de ser benfiquista. O país inteiro vibra com as suas conquistas e sofre com os seus desaires. O Benfica é uma marca conceituada e a que mais vende ao nível do desporto, isto prova os títulos dos jornais, após a eliminação do Benfica das competições europeias. Esses mesmos jornais deram mais enfase à derrota do Benfica do que ás vitórias dos clubes nacionais que ainda se mantêm nas competições da europa. Isto é a prova inequívoca de que o  estatuo do Benfica, vai muito para além de uma qualquer derrota.
 



PALAMRÉS DO BENFICA
 
FUTEBOL
Campeonatos Nacionais: 33. Taças de Portugal: 25.Supertaças Cândido de Oliveira: 5. Taças da Liga: 5. Campeonatos de Portugal, de 1921/22 a 1937/38: 3: Campeonatos de Lisboa, de 1906/07 a 1946/47: 10.Taça Ribeiro dos Reis, de 1961/62 a 1970/71: 3. Campeonato Nacional de Reservas, de 1908/09 a 1993/94: 42. Taça dos Campeões (hoje Liga Europa): 2. Taça Latina: 1. Torn. das três Cidades Lisboa, Porto e Vigo: 1. Torn. das quatro Cidades, Lisboa, Porto, Madrid e Lausanne: 1. Torn. da Páscoa (Lisboa): 1. Torn. Ramon Carranza: 2. Torn Pequena Tala do Mundo: 1. Torn. de Badajoz: 2. Torn. de Salamanca: 1: Torn. Vinho do Porto: 1. Torn. Los Angeles: 1. Torn. Belo Horizonte: 1. Torn. de Braga: 1. Torn. de Paris: 1. Torn Schalke 04: 1. Torn. de Toronto: 4. Torn de Lisboa: 1. Torn. de Maputo: 1. Torn. Teresa Herrera: 1. Torn. de Vigo: 1 Galardão da France Football (melhor equipa da europa) 1967/68
      
     
                                                        PALMARÉS DAS MODALIDADES
FUTSAL
Tala UEFA: 1 Campeonatos Nacionais: 6. Taças de Portugal: 5. Supertaças: 7.
HOQUEI EM PATINS
Campeonatos Nacionais: 21. Taças de Portugal: 14. Supertaças: 12. Liga Europa: 1. Taça CERS: 2. Taça Continental: 2. Taça Intercontinental: 1.
BASQUETEBOL
Campeonatos Nacionais: 25. Taças de Portugal: 19. Supertaças: 12. Taças da Liga: 9. Troféu António Pratas: 5. Torn. dos Campeões: 1. Supertaça Compal: 1.
ANDEBOL MASCULINO
Campeonatos Nacionais: 7. Taças de Portugal: 4. Taças da Liga: 2. Supertaças: 4
VOLEIBOL MASCULINO
Campeonatos Nacionais: 5. Taças de Portugal: 14. Supertaças: 5.
ANDEBOL FEMENINO
Campeonatos Nacionais: 7.Taças de Portugal: 6. Supertaças: 2.
VOLEIBOL FEMENINO
Campeonatos Nacionais: 9.
Taças de Portugal: 2
Não foram contabilizadas as conquistas das camadas jovens e de atletismo,
PARA QUEM NECESSITAR DE ALGUMA INFORMAÇÃO SOBRE QUALQUER JOGO DO BENFICA, RELATIVAMENTE AO RESULTADO, MARCADORES DOS GOLOS, JOGADORES, SUPLENTES, HORA DAS SUBSTITUIÇÕES, HORAS DOS GOLOS, QUEL FOI AMARELADO E A QUE HORAS, ÁRBITRO, ETC, NO PERIODO ENTRE 1984 E A PRESENTE ÉPOCA, DISPONHA.
Outra perspectiva do Estádio

SAUDAÇÕES BENFIQUISTAS
 

 
 


quinta-feira, 12 de junho de 2014

A realização de um sonho

 
Há alguns meses que não publico nada neste blogue. Porém, surgiu uma nova faceta na minha vida, que me leva a escrever este post e partilhar com aqueles que ainda me visitam, este novo passatempo que estou a introduzir na minha vida. Serão muito poucos, aqueles que visitam o este blogue, que conhecem a minha paixão pelo acordéon. Para esses e para os que não fazem a mínima ideia dessa minha paixão, passo a informar, que do alto dos meus setenta e dois anos, comecei a estudar acordéon. Muitos poderão dizer que esta minha decisão, está fora de prazo, mas como eu prezo muito aquela máxima que diz: nunca é tarde para começar, avancei. Estou certo no atraso desta medida, mas é minha convicção que passei ao lado de uma carreira de musico de acordéon, daí, esta minha fixação de não deixar o mundo dos vivos, sem realizar parte desse sonho. E digo parte, porque como é obvio, já não disponho de tempo para me tornar um bom acordeonista, sendo certo, que um medíocre acordeonista, tornar-me-ei com toda a certeza.  
     

O meu instrumento
 
Para quem não conhece, passo agora a fazer um resumo muito sintético sobre a história do acordéon.
O acordéon, é um instrumento muito difundido em todo o mundo. É um instrumento fácil de  transportar e é dos que oferece mais possibilidades de interpretar qualquer tipo de música. Para atingir a perfeição dos nossos dias teve por base outros instrumentos, cujo som era produzido por palhetas que vibravam com a pressão de ar. Um desses instrumentos foi o CHENG, usado na China, dois mil e setecentos anos AC. O CHENG tinha a forma de um bule sem asa, com um bico, por onde se soprava, fazendo passar o ar por uns tubos de bambu com furos, que se tapavam com os dedos de acordo com a nota que se pretendia. Em 1780, na Rússia KIRSCHNIK inspirado no CHENG, aplicou o sistema de lâmina livre de metal aos órgãos que fabricava. Essa inovação passou para a Europa  (França) e em 1810, GRENIÈ aperfeiçoou o sistema de palheta livre na construção de órgãos, que mais tarde veio a dar origem à GAITA DE BEIÇOS, inventada por ESCHENBACH. Em 1829 CIRILO DEMIAN, construiu um instrumento de palheta livre, composto por um teclado para a mão direita e quatro botões para a ,mão esquerda com um fole, que ao fechar ou abrir emitia diversos sons. A este instrumento foi dado o nome de acordéon. Em 1837, na França C. BUFFET, desenvolveu a construção do verdadeiro acordéon, sem que a partir dessa data alcançou a sua forma actual, tendo vindo desenvolver-se o longo dos anos. Hoje já há no mercado acordéons eletrónicos, com caixa de ritmos e bateria e um sistema de memória os baixos e os acordes automaticamente.





terça-feira, 19 de novembro de 2013

INCENDIOS, CRIME DE LESA PÁTRIA


 Este ano os incêndios no nosso país foram particularmente violentos e provocaram um número anormal de vítimas mortais.
Quero aqui, prestar uma muito sentida homenagem aos elementos dos vários  corpos de bombeiros, que abnegadamente se empenharam na defesa dos bens alheios,

sendo que para alguns, foram goradas todas as espectativas, porque infelizmente, alguns, perderam a vida, vitimas de inergumes que num acto da cobardia e da má formação, se dedicam a incendiar as matas nacionais.
É minha convicção de que estes homens
não terão sido tecnicamente bem comandados, seria de todo o interesse, deixar trabalhar os bombeiros, são eles que recebem formação técnica, para fazer face a determinadas situações, são as chefias das corporações, que estão à altura de conduzir os seus homens, por forma a que não corram riscos. O que se vê hoje em dia, são uns senhores, em alguns casos senhoras, que parecem generais, a falar à imprensa e a comandar as operações, sendo certo que a maioria dessas pessoas, nem um fósforo sabem apagar, logo, não terão formação técnica que os habilite a comandar operações desta envergadura. Não estou a dizer que as vitimas destes incêndios, serão da responsabilidade dos comandos de protecção civil.
Só se me oferece dizer: DEIXEM TRABALHAR OS BOMBEIROS. 




quinta-feira, 14 de novembro de 2013

PROFISSÕES EXTINTAS OU EM VIAS DE EXTINÇÃO


AGUADEIRO/AGUADEIRA: Distribuía casa a casa, percorria os ranchos de trabalhadores do campo, dando água a quem tivesse sede.
ADUEIRO: No Alentejo, guardava porcos em terrenos baldios e onde houvesse pastagens.
ALMOCREVE: Trabalhava ou andava com bestas de carga, ou trabalhava com bestas nas lavouras.
CROCEIRO/CROCEIRA: Faz ou fazia croças/coroças ( espécie de capa de juncos).
LAVADEIRA: Mulher que lava roupa sua ou alheia, em rios, tanques ou lavadouros públicos.
LINHEIRO/LINHEIRA: Homem ou mulher que preparava ou assedava o linho para fiar. Também trabalhava o linho até à urdidura.
FABRIQUEIRO: Cobrador de rendas ou rendimentos da igreja, ou encarregado dos paramentos ou alfaias litúrgicas.
ROGADOR: Indivíduo que vivia fora da região vinhateira do Douro, mais concretamente, nos limites do Alto Douro e que a pedido dos proprietários dos vinhedos, todos os anos arregimentava o pessoal necessário para as vindimas. Ao conjunto dessas pessoas dava-se o nome de rogas.
TAMANQUEIRO OU SOQUEIRO: Pessoas que pregavam ou pregam as gáspeas às solas dos tamancos, por meio de tachas e chatas.
TANUEIRO: Artesão que fabrica barris, pipas e tonéis em madeira.
EREMITÃO: Pessoa que vivia numa ermida, prestando assistência a quem as visitava.
GANHÃO: Homem que trabalhava na lavoura e na cava das terras.
ALFEIRO: Pessoa que se ocupa dos rebanhos de alfeiro (gado novo).
ALAVOEIRO: Os que guardam o alavão (rebanhos de ovelhas de ordenha, para fazer queijo.
TARDÃO: O que levava a comida ao pessoal das ceifas.
LANÇAROTE: O que tratava dos burros de cobrição e chegava as éguas ao burro para que fossem cobertas.
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

CHEIAS DE 1967

Assinala-se dia 25 de Novembro, a passagem do 46º ano das cheias diluvianas de 1967.
Não há memória de que em Portugal tenha chovido tanto como naquele fatídico dia. Torrentes de água deixaram Lisboa submersa. Cinco horas de chuvas torrenciais, mergulharam a cidade na maior inundação alguma vez sentida na região. Faz 46 anos, que as mais severas cheias a que Lisboa e arredores assistiram, provocando um numero de mortes superior a 700 e cerca  de 1100 desalojados em Lisboa, Loures, Odivelas, Vila Franca de Xira e Alenquer.
A enxurrada matou famílias inteiras arrastou carros, arvores e animais, destruiu pontes, estradas e casas. A chuva atingiu, entre as 19 horas e as meia noite do dia 25, as zonas baixas dos cinco concelhos, porém, só na manhã do dia seguinte, os portugueses, tomaram conhecimento da verdadeira dimensão da tragédia. Urmeira, Póvoa de Santo Adrião, Frielas (povoações da bacia do rio trancão) e a Quinta dos Silvados, em Odivelas, foram os aglomerados populacionais mais atingidos. As casas, de construção modesta, maioritariamente de madeira, foram literalmente engolidas pela violência das águas. Lisboa ficou irreconhecível, a Avenida de Ceuta em Alcântara ficou submersa de lama, o mar de lama, desceu até á Avenida da India, subindo e descendo escadarias, rebentou portas das casa do rés-do-chão, arrastando mesas, cadeiras, bilhas de gás, contentores, etc.
Perto das 23 horas, o dilúvio intensificou-se e a enxurrada arrastou um carro com três ocupantes que circulava na Rua de Alcântara.
 Um repórter do D.N. que no momento cobria o desastre, conta que um soldado se atirou á água e conseguiu resgatar os três ocupantes da viatura. As interrupções de transito, sucederam-se, desde a Avenida 24 de Julho, ao Campo pequeno, da zona do Aeroporto a Santa Apolónia e Avenida Almirante Reis. Na Praça de Espanha e Avenida da Liberdade, só se circulava de barco e nas Estações de Caminho de Ferro, centenas de pessoas ficaram retidas nas carruagens, porque á água submergiu as linhas. O regime de Salazar, tentou minimizar o impacto da tragédia, mas a sua repercussão foi tal, que rapidamente atravessou fronteiras e desencadeou um movimento de solidariedade internacional. Chegaram donativos do Reino Unido, de Itália, do Mónaco e até o então Chefe de Estado Francês, General De Gaulle, enviou um donativo pessoal de 30 mil francos.
O apoio em meios sanitários, veio de França, Suíça e sobretudo de Espanha, que doou mil doses de vacinas de combate á febre tifoide.




 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ELEVADORES DE LISBOA


Elevador de Santa Justa
 ELEVADORES DE LISBOA
 
ELEVADOR DE SANTA JUSTA
O elevador de Santa Justa, também conhecido como elevador do Carmo, é um equipamento de extrema importância, que liga a Rua do Ouro, Rua de Santa Justa e Rua do Carmo, ao Largo do Carmo e constitui-se como um dos monumentos mais importantes da baixa citadina. A estrutura, em estilo neogótico, foi construída na viragem do século XIX para o século XX. O projecto é do engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard. A sua construção ter-se-á iniciado em 1898 e a sua inauguração aconteceu a 10 de Julho de 1902
Inicialmente o seu movimento processava-se a vapor, sendo esse movimento transferido para energia eléctrica, em 6 de  Novembro de 1907. A diferença de altura entre pisos, é de trinta metros.



Elevador de Santa Justa
 
 
ELEVADOR DA GLÓRIA
 
Este elevador foi construído pelo engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard e foi inaugurado em 24 de Outubro de 1885 e faz a ligação entre a Praça dos Restauradores e o Jardim de São Pedro de Alcântara ao Bairro Alto.
Elevador da Glória
Elevador da Glória
 

Originalmente a sua tracção era feita por cremalheira e um cabo equilibrado por contrapeso de água, evoluindo mais tarde para tracção a vapor.
Em Setembro de 1915, passou a ser movido a corrente eléctrica
 
ELEVADOR DA BICA

O elevador da Bica está localizado na Rua da  Bica de Duarte Belo
Elevador da Bica
 
e liga o Largo do Calhariz com a Rua de São Paulo. O percurso deste elevador, constitui um dos percursos mais ingremes da cidade de Lisboa
Elevador da Bica
Construído por Raoul Mesnier du Ponsard
e foi inaugurado em 28 de Junho de 1892.
Não tendo a procura que tem o elevador da glória, é muito frequentado por turistas e  
constitui-se como a elevador mais típico
da cidade das sete colinas (Lisboa)




                    ELEVADOR DO LAVRA
Elevador do Lavra
 
 

Também este elevador foi construído por Raoul Mesnier du Ponsard e foi inaugurado em 19 de Abril de 1884.
O seu circuito estabelece a ligação entre a Rua Câmara Pestana e o Largo da Anunciada
Estes quatro equipamentos, colocados

Elevador do Lavra
à disposição da população de Lisboa, foram classificados como Monumentos Nacionais, desde 19 de Fevereiro de 2002, por Decreto-Lei
5/2002, Diário da República 42, 1ª série de 19 de Fevereiro de 2002.
Todos estes elevadores são pertença da Companhia Carris de Ferro de Lisboa (CCFL) 
 

  



      



 


sexta-feira, 5 de julho de 2013

ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO

Hoje dia 30 de Junho de 2013, foi realizado com muito sucesso, o almoço de confraternização do Clã Palma.
Como sempre acontece, contou-se com a inestimável boa vontade de um membro da família, que não regateou esforços, fazendo todas as démarches para que tudo saísse na perfeição.
Sem exageros, e sendo certo que a perfeição não existe, a exemplo de anos anteriores, podemos contabilizar este almoço, como um acontecimento a louvar.
A família Palma, que felizmente ainda pode contar com a sua matriarca, que do alto dos seu 93 anos, potencia e encoraja os seus elementos a proceder anualmente à realização deste almoço de confraternização.