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quinta-feira, 3 de março de 2011

Festa dos Tabuleiros em Tomar

As festas dos tabuleiros, que fizeram a fama de Tomar, remontam às festas do Imperador, instituídas por D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel, no quadro do culto do Espírito Santo. Têm também  a ver com práticas ancestrais de entrega de primícias das colheitas à Deusa Ceres e de celebração da fertilidade da terra.
Repare-se, que Tomar era sede Templária e a Ordem do Templo, sempre foi acusada pela inquisição, de desvios de Doutrina, até ser extinta pelo Papa Clement V, em 1307.
Os símbolos do Espírito Santo, estão bem presentes no alto do tabuleiro que as raparigas transportam no cortejo. No topo, a pomba e a coroa e, de alto a baixo, os pães (aos quais se atribuíam virtudes milagrosas) enfiados em canas. A decoração é feita com flores de papel (tradicionalmente papoilas) e ainda algumas espigas.
Os tabuleiros são transportados à cabeça por raparigas que marcham em duas filas. Elas vestem vestidos brancos com faixas vermelhas e, segundo a tradição, os tabuleiros, deverão ter a altura de quem os transporta e pesam, aproximadamente, quinze quilos.
Este importante evento, que é único no seu género. Só se realiza de quatro em quatro anos devido aos elevados encargos para a autarquia. Este ano realiza-se de quatro a onze de Julho.
Visitem Tomar neste período festivo

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Moinhos e Lagares D'EL-REI

Moinhos e Lagares D'El-Rei
O primeiro foral dado à Vila de Tomar ( hoje cidade), já refere a existência dos Moinhos e Lagares.
Mais tarde, no século XV, o Infante D. Henrique regularizou o curso do rio Nabão, drenando e saneando as suas margens e alargando a levada dos Moinhos e Lagares. Estes Lagares, foram posteriormente ampliados por D. Manuel I, vindo-lhe daí o nome de Lagares D'El-Rei, nome pelo qual, ainda hoje são conhecidos. Posteriormente e até há poucos anos atrás, os Lagares D`Rei foram usados como oficinas de serralharia, fundição e moagem.
Hoje é bem visível alguma   degradação deste património 

Aqueduto de Pégões


AQUEDUTO DE PEGÕES

Este aqueduto foi construído para abastecer de água o Convento de Cristo. Tem 6 km de comprimento e tem o seu início no lugar de Pegões, freguesia de Carregueiros, sendo formado por 180 arcos. Reúne água de quatro nascentes e resolveu o problema de abastecimento de água ao Convento, que até então, era feito por cisternas.
Esta obra foi iniciada em 1593, no reinado de D. Filipe I, sob a direcção de Filipe Terzi e foi concluída em 1614, por Pedro Fernandes de Torres. Em 1617, foi prolongado até ao Convento e em 1619 chegou ao Claustro de D. João III. 

ERMIDA DE N.S. DA CONCEIÇÃO


ERMIDA DE N.S. DA CONCEIÇÃO

Templo erguido por iniciativa de Frei António de Lisboa, no século XVI (cerca de 1530). Está situado no topo do monte, onde se elevam, o Convento de Cristo e o Castelo dos Templários

Monumentos de Tomar








IGREJA DE S. JOÃO BAPTISTA


Situada na Praça de Republica, frente à Câmara Municipal de Tomar, antigo Palácio, onde viveu D. Manuel I, antes de se tornar Rei de Portugal.
A talha do altar mor, é dos fins dos fins do século XVII. No pavimento, podem observar-se diversas lápides sepulcrais, uma das quais se supõe ser de Diogo Lopes, famoso físico de D. Manuel I